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	<title>audição Archives - My Otorrino</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Otorrinolaringologia e Otoneurologia e outros profissionais de saúde.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Jun 2021 09:42:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>audição Archives - My Otorrino</title>
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		<title>Aparelhos auditivos podem melhorar a concentração, a memória e a comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 09:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aparelhos auditivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da University of Texas (UT) refere que o uso regular de aparelhos auditivos pode melhorar algumas funções cognitivas, como a concentração, a memória e a comunicação, em apenas duas semanas. O trabalho foi desenvolvido pela Prof.ª Doutora Jamie L. Desjardins, professora assistente do programa de patologia da fala e da linguagem desta universidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da <em>University of Texas</em> (UT) refere que o uso regular de aparelhos auditivos pode melhorar algumas funções cognitivas, como a concentração, a memória e a comunicação, em apenas duas semanas. O trabalho foi desenvolvido pela Prof.ª Doutora Jamie L. Desjardins, professora assistente do programa de patologia da fala e da linguagem desta universidade, e publicado na revista científica <em>Frontiers in Psychology</em>.</p>
<p><span id="more-212858"></span></p>
<p>Segundo a investigadora, “quando uma pessoa tem dificuldades auditivas e não usa aparelhos auditivos, essa pessoa pode até compreender o que o outro interlocutor diz, mas à custa de muito mais esforço”. A especialista acrescenta que, nestas circunstâncias, “as pessoas estão a utilizar a maioria dos recursos cognitivos, no fundo o poder do cérebro, para perceber uma determinada mensagem”, o que é “extremamente penoso e desgastante”.</p>
<p>“Pense numa pessoa que está a trabalhar (e não utiliza aparelhos auditivos). Essa pessoa vai gastar recursos extraordinários apenas para se tentar concentrar em ouvir. O mais certo é que não seja capaz de executar as tarefas no trabalho da mesma forma e ter um bom desempenho. E, se conseguir, vai sentir-se exausta, porque se está a sobrecarregar”, esclarece.</p>
<p>Assim, a pessoa despende muito mais energia e sente-se muito mais cansada no final do dia, por esforçar o seu cérebro a tentar realizar uma atividade que não necessitaria de tanto esforço, o que, em torno, afeta a sua qualidade de vida.</p>
<p>Neste <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4456569/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, a Prof.ª Doutora Jamie L. Desjardins avaliou um grupo de indivíduos, com idades entre os 50 e os 60 anos, com perda auditiva bilateral neurossensorial e que nunca utilizaram qualquer aparelho auditivo. Foram efetuados testes cognitivos para medir a memória de trabalho, a atenção seletiva, assim como a capacidade de processar discursos antes e depois de começarem a utilizar aparelhos auditivos.</p>
<p>É sabido que com o envelhecimento há um declínio de muitas das capacidades cognitivas básicas, como a memória de trabalho, a capacidade de prestar atenção a uma pessoa que fala num ambiente barulhento ou a habilidade de processar informação rapidamente. No entanto, não existiam muitos estudos que comparassem o declínio destas capacidades com a perda auditiva ou com o uso de aparelhos auditivos.</p>
<p>Duas semanas após terem começado a utilizar aparelhos auditivos, os testes revelaram que houve um aumento percentual na capacidade de recordar palavras associadas à memória de trabalho, assim como nos testes de atenção seletiva.</p>
<p>Além disso, a velocidade de processamento foi também superior nos participantes que acertavam nas perguntas, o que significa que não só respondiam corretamente, como eram mais rápidos. No final do estudo, os participantes mostraram melhorias significativas nas funções cognitivas.</p>
<p>A investigadora afirma que estudos mais detalhados vão ser necessários para aprofundar esta temática, havendo ainda um longo caminho para se entender todos os benefícios da utilização de aparelhos.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde estima que, em 2050, quase 2,5 mil milhões de pessoas vão ter perda auditiva, e 700 milhões vão precisar de cuidados auditivos. Ou seja, uma em cada quatro pessoas terá, em 2050, algum grau de perda auditiva e o mais provável é que, se ainda não tem qualquer dificuldade, venha a sofrer de alguma perda auditiva ou conhecer alguém com estas limitações.</p>
<p>A professora diz ainda que, apesar destes números, “apenas 20% das pessoas que precisam de aparelho auditivo efetivamente o compram e utilizam”, o que é alarmante.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Correio da Manhã</span></p>
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		<title>Novas evidências no tratamento da perda auditiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 11:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Perda auditiva]]></category>
		<category><![CDATA[surdez]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento audição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um artigo recente publicado na revista científica eLife, levado a cabo por um grupo de investigadores da Johns Hopkins School of Medicine, em Baltimore, revela que foram efetuadas descobertas que podem constituir uma chave fundamental para reverter a perda auditiva que surge das células danificadas. As células ciliadas são importantes na perda de audição, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo recente publicado na revista científica <em>eLife</em>, levado a cabo por um grupo de investigadores da <em>Johns Hopkins School of Medicine</em>, em Baltimore, revela que foram efetuadas descobertas que podem constituir uma chave fundamental para reverter a perda auditiva que surge das células danificadas.</p>
<p><span id="more-212367"></span></p>
<p>As células ciliadas são importantes na perda de audição, e saber mais sobre o seu desenvolvimento poderá ter impacto positivo sobre como permutar as células danificadas, sendo este um dos fundamentais propósitos do artigo de investigação. As células sentem as ondas sonoras enquanto percorrem a estrutura em forma de concha e transmitem a informação ao cérebro.</p>
<p>A equipa estudou o desenvolvimento coclear em embriões de camundongos. Foram estudadas as proteínas sinalizadoras que desempenham um papel na formação de células ciliadas na cóclea em desenvolvimento: a Activina A e a folistatina.</p>
<p>O grupo de investigadores observou como os níveis das duas proteínas mudaram durante a transformação de células precursoras em células ciliadas maduras ao longo do interior da espiral coclear. Os níveis de proteína pareciam variar de acordo com o momento e a localização do padrão de desenvolvimento.</p>
<p>Os níveis de activina A estavam baixos na parte mais externa da cóclea, quando as células imaturas começaram a desenvolver-se nas células ciliadas e altas na parte mais interna da espiral, onde as células imaturas ainda não tinham começado a transformar-se. Os investigadores observaram que os gradientes de sinalização desempenham um papel fundamental no controle do crescimento e da diferenciação durante o desenvolvimento embrionário.</p>
<p>A Activina A e a folistatina funcionam de maneiras opostas para regular as células, o que se verificou na investigação. Estas descobertas parecem sugerir que as duas proteínas controlam o desenvolvimento preciso e delicado das células ciliadas ao longo da espiral coclear, equilibrando-se entre si.</p>
<p>Investigações posteriores com recurso a camundongos normais e geneticamente modificados confirmaram esta perspetiva. Aumentar a Activina A na cóclea de ratos normais fez com que as células ciliadas amadurecessem cedo demais. Inversamente, as células ciliadas formavam-se tarde demais em camundongos geneticamente modificados que ou produziam folistatina em excesso ou não produziam Activina A. O resultado foi um padrão desorganizado de células ciliadas no interior da espiral da cóclea.</p>
<p>A investigação pode conduzir a novas descobertas no que ao tratamento da surdez diz respeito.</p>
<p>Consulte o artigo completo <a href="https://www.medicalnewstoday.com/articles/325981.php" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: MedicalNewsToday</span></p>
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		<title>Novo estudo indica que usar aparelho auditivo ajuda a manter a função cerebral</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/novo-estudo-indica-que-usar-aparelho-auditivo-ajuda-a-manter-a-funcao-cerebral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 16:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[função cerebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo avança que pessoas diagnosticadas com perda auditiva devido à idade e que utilizam uma prótese, têm maior probabilidade de manter a função cerebral saudável quando comparadas com aquelas que não usam. A investigação foi conduzida pela Universidade de Exeter e King&#8217;s College London e foi apresentada na Conferência Internacional da Associação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo avança que pessoas diagnosticadas com perda auditiva devido à idade e que utilizam uma prótese, têm maior probabilidade de manter a função cerebral saudável quando comparadas com aquelas que não usam.</p>
<p><span id="more-212353"></span></p>
<p>A investigação foi conduzida pela Universidade de Exeter e King&#8217;s College London e foi apresentada na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer em Los Angeles. No estudo online PROTECT que reuniu uma amostra de 25 mil pessoas com 50 anos ou mais.</p>
<p>Os resultados fornecem evidências precoces de que encorajar as pessoas a usar um aparelho auditivo eficaz pode ajudar a proteger seus cérebros e reduzir o risco de demência.</p>
<p>Ambos os grupos realizaram testes cognitivos anuais ao longo de dois anos. Após esse período, o grupo que usava aparelhos auditivos apresentou um melhor desempenho nas medidas de avaliação da memória de trabalho e aspetos de atenção do que aqueles que não usaram. Relativamente aos níveis de atenção, as pessoas que usavam aparelhos auditivos mostraram tempos de reação mais rápidos.</p>
<p>O trabalho intitula-se “Use of Hearing Aids in Older Adults with Hearing Loss Is Associated with Improved Cognitive Trajectory”.</p>
<p>Para mais informações, clique <a href="https://www.sciencedaily.com/releases/2019/07/190715094910.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Sunday Times</span></p>
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		<title>Estudo destaca a importância de apostar na prevenção da perda auditiva induzida por ruído</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2019 09:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[perda de audição]]></category>
		<category><![CDATA[ruído]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fonte da perda auditiva pode ter um grande impacto na capacidade de entender a fala e apreciar a música.&#160;Este é o resultado de um novo estudo levado a cabo por uma equipa de investigadores da Purdue University e da University of Rochester, publicado recentemente no The Journal of Neuroscience. O estudo mediu as diferenças [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A fonte da perda auditiva pode ter um grande impacto na capacidade de entender a fala e apreciar a música.&nbsp;Este é o resultado de um novo estudo levado a cabo por uma equipa de investigadores da <em>Purdue University</em> e da <em>University of Rochester</em>, publicado recentemente no The Journal of Neuroscience.</p>
<p><span id="more-212346"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mediu as diferenças no processamento neural do som entre as duas fontes mais comuns de dificuldade auditiva: trauma sonoro e perda metabólica relacionada com a idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa descobriu que o trauma sonoro causa mudanças substancialmente maiores no processamento neural de sons complexos em comparação com a perda metabólica relacionada à idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda metabólica resulta de uma deterioração auditiva naturalmente relacionada com o processo de envelhecimento do gradiente eletroquímico no ouvido interno. A perda de audição induzida por ruído é causada por trauma físico em várias partes do ouvido, causando danos dispersos e perda de células ciliadas sensoriais delicadas dentro da cóclea.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo evidencia a necessidade de se desenvolverem tratamentos específicos, como diferentes estratégias de amplificação de aparelhos auditivos, para cada tipo de perda auditiva. No entanto, a prevenção é essencial e passa pela minimização da exposição excessiva ao ruído.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Purdue University</span></p>
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		<item>
		<title>Doença de Ménière: a patologia que causa a perda total de audição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2019 10:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[doença de ménière]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para a existência de mais de 500 milhões de pessoas que sofrem de diminuição gradual da audição. Esta condição encontra-se estritamente vinculada com o risco de desenvolvimento da doença de Ménière, uma condição que, se não for diagnosticada e tratada atempadamente, pode chegar a ser irreversível. A doença [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para a existência de mais de 500 milhões de pessoas que sofrem de diminuição gradual da audição. Esta condição encontra-se estritamente vinculada com o risco de desenvolvimento da doença de Ménière, uma condição que, se não for diagnosticada e tratada atempadamente, pode chegar a ser irreversível.</p>
<p><span id="more-212292"></span></p>
<p>A doença de Ménière caracteriza-se por um transtorno do ouvido interno que pode conduzir à perda total de audição. É considerada uma doença crónica, embora existam vários tratamentos que aliviem os seus sintomas e reduzem o impacto sobre a vida do doente. No entanto, pode atacar ambos os ouvidos.</p>
<p>Um diagnóstico precoce, seguido de um tratamento adequado permite que as pessoas que sofrem desta doença tenham uma vida normal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Salud360</span></p>
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		<item>
		<title>Hospital de Braga organiza Curso Teórico-Prático de Audiologia no mês de março</title>
		<link>https://myotorrino.pt/eventos/hospital-de-braga-organiza-curso-teorico-pratico-de-audiologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Audiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curso TeóricoPrático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos próximos dias 29 e 30 de março, o Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de Braga organiza o Curso Teórico-Prático de Audiologia, promovido pela Academia CUF, a decorrer nos Auditórios do Hospital. O evento, que conta com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (SPORL), pretende que os participantes adquiram conhecimentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias 29 e 30 de março, o Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de Braga organiza o Curso Teórico-Prático de Audiologia, promovido pela Academia CUF, a decorrer nos Auditórios do Hospital. O evento, que conta com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (SPORL), pretende que os participantes adquiram conhecimentos sobre a abordagem diagnóstica da surdez e a sua reabilitação protésica e cirúrgica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-212253"></span></p>
<p>O evento destina-se, não só a médicos internos e especialistas de Otorrinolaringologia, mas também a audiologistas.&nbsp;O curso encontra-se organizado por parte teórica e parte prática, sendo que a última está sujeita a um limite de inscrições de 30 participantes.&nbsp;</p>
<p>&#8220;Anatomo-fisiologia da audição&#8221;, &#8220;Audiometria tonal e vocal e impedanciometria&#8221;, &#8220;Potenciais evocados auditivos do tronco cerebral e estado estável&#8221; e &#8220;Reabilitação auditiva protésica&#8221; são alguns dos principais temas previstos para a iniciativa.</p>
<p>Consulte o programa <a href="https://cdn.up.events/upevents/a6e070f18dcf2ee9f6e164ed4d5b2530-ProgramaCurso-Audiologia.pdf.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Audição: aplicação móvel facilita identificação da perda auditiva</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/aplicacao-movel-ajuda-a-detetar-perda-auditiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 17:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação móvel]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou, no passado dia 3 de março, a propósito do Dia Mundial da Audição, uma aplicação para dispositivos móveis que testa o nível de audição dos utilizadores. A aplicação, chamada hearWHO, utiliza uma tecnologia que mede o nível de ruído através de dígitos. Os utilizadores são testados e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou, no passado dia 3 de março, a propósito do Dia Mundial da Audição, uma aplicação para dispositivos móveis que testa o nível de audição dos utilizadores. A aplicação, chamada hearWHO, utiliza uma tecnologia que mede o nível de ruído através de dígitos. Os utilizadores são testados e a aplicação apresenta uma pontuação e armazena o resultado do teste, para que o utilizador possa monitorizar os níveis de audição ao longo do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-212251"></span></p>
<p>Esta ferramenta tecnológica pode facilitar a triagem auditiva em ambientes com poucos recursos para os profissionais de saúde.&nbsp;A OMS, com o lançamento desta aplicação, pretende aumentar a consciencialização sobre a importância dos cuidados auditivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Investigadores testam novo medicamento que poderá ajudar a restaurar a audição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 17:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores da Royal National Throat, Nose and Ear Hospital (RNTNEH) e do UCL Ear Institute estão a conduzir um estudo realizado pelo consórcio REGAIN para testar um medicamento em pacientes com perda auditiva. O novo método poderá ajudar a reverter a atualidade no que aos tratamentos diz respeito, sendo que ambos os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores da Royal National Throat, Nose and Ear Hospital (RNTNEH) e do UCL Ear Institute estão a conduzir um estudo realizado pelo consórcio REGAIN para testar um medicamento em pacientes com perda auditiva. O novo método poderá ajudar a reverter a atualidade no que aos tratamentos diz respeito, sendo que ambos os aparelhos auditivos e os implantes cocleares amplificam as ondas sonoras que entram no ouvido, mas não apresentam qualquer impacto nos problemas físicos subjacentes ao ouvido, responsáveis pela perda de audição.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-212249"></span></p>
<p>Os danos causados nas células ciliadas sensoriais na cóclea, processo conhecido como perda auditiva sensorioneural, constituem uma das principais causas de perda auditiva adquiridas numa fase mais avançada da vida.</p>
<p>A perda de células pilosas tem sido considerada irreversível. Contudo, vários estudos recentes, previamente testados em animais, indicam que o funcionamento das células ciliadas sensoriais do ouvido interno pode ser regenerado através do uso de uma pequena molécula: inibidor da gama-secretase.</p>
<p>Na primeira fase do estudo REGAIN, realizada durante o ano de 2018, a equipa clínica da RNTNEH administrou o medicamento via injeções no ouvido a 15 pacientes com perda auditiva sensorioneural de grau leve a moderado, para testar a segurança e a tolerância à medicação.</p>
<p>Os investigadores estão agora a passar para a segunda etapa do ensaio clínico REGAIN, que testará a eficácia do medicamento numa amostra de 40 adultos, que receberão três injeções do medicamento no ouvido interno, através do tímpano.</p>
</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: University College London Hospitals</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo estudo aponta para possível relação entre perda auditiva e demência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 16:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma investigação levada a cabo por um grupo de investigadores do Brigham and Women&#8217;s Hospital, em Boston, apresenta evidências de uma possível ligação entre a perda auditiva e o declínio mental. O estudo teve em consideração uma amostra de 10 mil pessoas com mais de 60 anos, que foram submetidas a avaliações cognitivas nos anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação levada a cabo por um grupo de investigadores do Brigham and Women&#8217;s Hospital, em Boston, apresenta evidências de uma possível ligação entre a perda auditiva e o declínio mental. O estudo teve em consideração uma amostra de 10 mil pessoas com mais de 60 anos, que foram submetidas a avaliações cognitivas nos anos 2008, 2012 e 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-212245"></span></p>
<p>A metodologia da investigações passou pela comparação entre os participantes que não sofreram perda de audição e aqueles que registaram uma perda auditiva leve, moderada e severa. Relativamente aos resultados, estes apontam para um declínio mental de 30% entre pessoas com perda auditiva leve, 42% entre pessoas com perda auditiva moderada e 54% maior entre pessoas que registaram uma perda auditiva severa e que não usavam aparelhos auditivos.&nbsp;Além disso, o uso de próteses auditivas registou um aumento de 37% no risco de declínio mental.</p>
<p>A demência continua a ser um enorme desafio de Saúde Pública, uma vez que não apresenta ainda qualquer cura e não dispõe de tratamentos eficazes para prevenir a progressão ou reverter o curso da doença. Neste sentido, os investigadores envolvidos no estudo procuram ajudar a identificar pessoas com maior risco de desenvolver patologias mentais, para que seja possível, deste modo, avançar ao nível do tratamento e da prevenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Alzheimer&#8217;s &amp; Dementia</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova investigação contribui para uma melhor perceção sobre o funcionamento do ouvido interno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 16:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[ouvido interno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma colaboração entre investigadores dos Estados Unidos da América, da Suécia, da Dinamarca, do Reino Unido e da Índia revelou como o ouvido interno processa a fala. A descoberta revela ser um contributo importante para a compreensão do funcionamento do ouvido interno e da função auditiva. Os resultados foram publicados na revista científica&#160; Nature Communications. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma colaboração entre investigadores dos Estados Unidos da América, da Suécia, da Dinamarca, do Reino Unido e da Índia revelou como o ouvido interno processa a fala. A descoberta revela ser um contributo importante para a compreensão do funcionamento do ouvido interno e da função auditiva. Os resultados foram <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-018-06725-w" target="_blank" rel="noopener">publicados na revista científica</a>&nbsp; <em>Nature Communications</em>.</p>
<p><span id="more-212183"></span></p>
<p>&#8220;O som da fala tem dois componentes no ouvido interno. Um componente consiste em variações de alta frequência no som da fala; o outro componente, conhecido como &#8216;envelope&#8217;, descreve o padrão mais externo do som da fala&#8221;, refere o Prof. Dr. Anders Fridberger, professor de Neurociência na Universidade de Linköping e um dos autores do artigo.</p>
<p>O envelope, que varia relativamente devagar, pode ser caracterizado como sendo a estrutura geral do sinal de fala. Investigadores já demonstraram anteriormente que o envelope é essencial para entender o que alguém está a dizer. Até agora, o modo como o ouvido interno descodifica o envelope dos sinais da fala permanecia indefinido.</p>
<p>O ouvido interno produz minúsculas correntes elétricas sempre que o som entra, convertendo o som em impulsos elétricos. Posteriormente, estes são conduzidos através do nervo auditivo para o cérebro. Ao colocar pequenos elétrodos no canal auditivo e próximos à cóclea dos doentes submetidos a cirurgia, os investigadores puderam registar a forma como o ouvido interno codifica o som semelhante à fala.</p>
<p>&#8220;O nosso estudo mostra como o ouvido interno separa o componente lento e importante para a seguinte transferência para o cérebro&#8221;, sublinha o Prof. Doutor Alfred Nuttall, professor de Otorrinolaringologia da Oregon Health &amp; Science University e diretor do Oregon Hearing Research Center.</p>
<p>Os resultados permitiram compreender que o processo de fala origina uma forma particular de sinais elétricos enviados ao cérebro, que diferem daqueles provocados por outras formas de som. &nbsp;&nbsp;</p>
<p>&#8220;É notável que a codificação da informação da fala se baseie em certas propriedades biofísicas únicas das células especializadas do ouvido interno que detetam o som&#8221;, sublinha o Prof. Doutor Alfred Nuttall.</p>
<p>Esta descoberta revela ser um contributo significativo para o entendimento sobre a forma de funcionamento do ouvido interno, que está envolvido por uma grande estrutura óssea, o que dificulta significativamente o seu acesso e estudo. Desta forma, o diagnóstico da localização exata dos danos no ouvido interno é, atualmente, bastante difícil.</p>
<p>&#8220;Acreditamos que os nossos resultados vão melhorar os procedimentos de diagnóstico para várias deficiências auditivas, algo que é extremamente necessário. Ainda há muito a ser feito&#8221;, conclui o Prof. Doutor Anders Fridberger.</p></p>
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