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	<title>My Otorrino</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Otorrinolaringologia e Otoneurologia e outros profissionais de saúde.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 08:27:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Otorrino</title>
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		<title>Save the date: Otoneuro 2026 ocorre em outubro</title>
		<link>https://myotorrino.pt/eventos/save-the-date-otoneuro-2026-ocorre-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Anual da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) realiza mais uma edição do Otoneuro, nos dias 2 e 3 de outubro de 2026, no Hotel MH Peniche, reunindo especialistas nacionais para discutir os mais recentes avanços na área. Dirigido a profissionais de saúde, o encontro pretende promover a atualização científica e a partilha de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Congresso Anual da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) realiza mais uma edição do Otoneuro, nos dias 2 e 3 de outubro de 2026, no Hotel MH Peniche, reunindo especialistas nacionais para discutir os mais recentes avanços na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido a profissionais de saúde, o encontro pretende promover a atualização científica e a partilha de boas práticas clínicas, através de um programa que inclui palestras, debates e momentos de networking entre pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontra-se atualmente aberta a submissão de abstracts, promovendo a participação ativa da comunidade científica e a divulgação de investigação na área da Otoneurologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://diventos.eventkey.pt/geral/detalheeventos.aspx?cod=1705" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sonolência diurna e roncopatia determinam impacto funcional na apneia do sono</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/sonolencia-diurna-e-roncopatia-determinam-impacto-funcional-na-apneia-do-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente veio reforçar a importância dos sintomas na avaliação da síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), demonstrando que a sonolência diurna e a intensidade da roncopatia são os principais fatores associados ao impacto funcional da doença. A investigação nacional analisou doentes diagnosticados com SAOS entre 2020 e 2024, avaliando o impacto funcional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente veio reforçar a importância dos sintomas na avaliação da síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), demonstrando que a sonolência diurna e a intensidade da roncopatia são os principais fatores associados ao impacto funcional da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação nacional analisou doentes diagnosticados com SAOS entre 2020 e 2024, avaliando o impacto funcional através da escala <em>Functional Outcomes of Sleep Questionnaire-30</em>. Foram ainda considerados indicadores clínicos e sintomáticos como o índice de massa corporal (IMC), perímetro cervical (PC), índice de apneia/hipopneia (IAH), a escala de sonolência de Epworth (ESS) e a escala visual analógica da roncopatia (VAS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A amostra incluiu 64 doentes, dos quais 69% (n=44) eram do sexo masculino. A maioria (81%; n=52) apresentava SAOS ligeira a moderada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados revelaram uma correlação negativa estatisticamente significativa entre o FOSQ-30 e a ESS (r = -0,673; p&lt;0,001), indicando que níveis mais elevados de sonolência diurna estão associados a pior funcionamento diário. Também a intensidade da roncopatia, medida pela VAS, mostrou uma correlação negativa com o impacto funcional (r = -0,280; p=0,025).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, não se observaram correlações estatisticamente significativas entre o FOSQ-30 e o IMC, o perímetro cervical ou o índice de apneia/hipopneia. Da mesma forma, não houve diferenças relevantes no impacto funcional entre doentes com SAOS ligeira, moderada ou grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que os sintomas percecionados pelos doentes, em particular a sonolência diurna e o ressonar, são determinantes para o impacto da SAOS na qualidade de vida, independentemente da gravidade medida por exames do sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes resultados sublinham a necessidade de integrar escalas funcionais e sintomáticas na prática clínica, permitindo uma abordagem mais centrada no doente e uma melhor compreensão do verdadeiro impacto da doença no quotidiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/3102" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>TRACE2: primeiro estudo nacional que avalia custos e utilização de recursos no cancro da cabeça e pescoço</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/trace2-primeiro-estudo-nacional-que-avalia-custos-e-utilizacao-de-recursos-no-cancro-da-cabeca-e-pescoco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional (TRACE2) avaliou o impacto clínico e económico do carcinoma espinocelular da cabeça e pescoço localmente avançado (CECP-LA), uma doença que continua a ser diagnosticada em fase avançada em cerca de 60% dos casos, estando associada a elevado risco de recidiva e prognóstico reservado. A análise ocorreu em quatro hospitais nacionais (IPO de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional (TRACE2) avaliou o impacto clínico e económico do carcinoma espinocelular da cabeça e pescoço localmente avançado (CECP-LA), uma doença que continua a ser diagnosticada em fase avançada em cerca de 60% dos casos, estando associada a elevado risco de recidiva e prognóstico reservado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise ocorreu em quatro hospitais nacionais (IPO de de Coimbra Francisco Gentil, ULS do Algarve, ULS de Gaia e Espinho, ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro), e incluiu 150 doentes, dos quais 94,7% eram homens e 91,3% tinham entre 50 e 79 anos. O perfil clínico revela uma forte associação a fatores de risco clássicos: 92,0% eram fumadores e 83,1% apresentavam consumo excessivo de álcool.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia terapêutica mais utilizada foi a terapêutica sistémica combinada com radioterapia (81,3%), enquanto que a cirurgia foi realizada em 17,3% dos doentes e apenas 13,3% receberam radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante um seguimento mediano de 12 meses, os dados mostram uma utilização intensiva de recursos: mais de 89% dos doentes recorreram a consultas e exames, 74,5% foram hospitalizados e 37,6% recorreram ao serviço de urgência. Apesar da carga sintomática significativa, o recurso a cuidados paliativos especializados foi mais limitado, incluindo 85,2% com suporte nutricional, 16,1% com apoio psicológico e 8,7% com intervenção em fonoaudiologia. A utilização de recursos foi particularmente elevada durante a fase ativa de tratamento, diminuindo após a sua conclusão ou interrupção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista económico, o estudo revela que o custo médio global anual por doente foi de 7.706 euros (intervalo interquartil: 3.775,8 – 20.784,8 euros). Os principais determinantes de custo foram a terapêutica sistémica associada à radioterapia, as hospitalizações, as consultas e os exames de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores sublinham que o TRACE2 constitui a primeira caracterização abrangente em Portugal do tratamento do CECP-LA em contexto real, evidenciando não só o peso clínico da doença, mas também o seu impacto económico. Perante a elevada proporção de diagnósticos em fase avançada, os resultados reforçam a necessidade de melhorar estratégias de diagnóstico precoce, otimizar os protocolos de seguimento e promover uma gestão mais eficiente dos recursos de saúde. O objetivo final passa por melhorar os resultados clínicos e a qualidade de vida destes doentes, garantindo simultaneamente a sustentabilidade do sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42294288/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>“Um compromisso para o futuro”: DÁVI entra na área da Otorrinolaringologia com nova opção terapêutica </title>
		<link>https://myotorrino.pt/entrevistas/um-compromisso-para-o-futuro-davi-entra-na-area-da-otorrinolaringologia-com-nova-opcao-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 11:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A consolidação de um legado superior a um século na saúde em Portugal serve de trampolim para a expansão estratégica da DÁVI que, em 2026, oficializa a sua entrada no mercado da Otorrinolaringologia. Em entrevista à News Farma, Luísa Nóbrega, Marketing Manager da farmacêutica, partilha as diretrizes desta nova área de negócio e assume o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A consolidação de um legado superior a um século na saúde em Portugal serve de trampolim para a expansão estratégica da DÁVI que, em 2026, oficializa a sua entrada no mercado da Otorrinolaringologia. Em entrevista à News Farma, <strong>Luísa Nóbrega</strong>, <em>Marketing Manager</em> da farmacêutica, partilha as diretrizes desta nova área de negócio e assume o propósito de replicar junto dos especialistas a relação de estreita proximidade que já define a identidade da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A DÁVI faz parte da história da Saúde em Portugal há mais de 115 anos. Ao longo deste percurso, construímos uma relação de confiança com profissionais de saúde, instituições e doentes, baseada na proximidade, na credibilidade e no compromisso com soluções terapêuticas que respondam a necessidades reais”, afirma Luísa Nóbrega que, “mais do que comercializar medicamentos”, procura “ser um parceiro dos profissionais de saúde, apoiando a sua prática clínica e contribuindo para melhores resultados para os doentes”. A <em>Marketing Manager</em> da farmacêutica lembra o exemplo da Oftalmologia, área da Saúde em que a marca cresceu “lado a lado com a especialidade, ouvindo os médicos, compreendendo os desafios clínicos e investindo continuamente em soluções relevantes e diferenciadoras”. “Mais de 115 anos depois, continuamos a acreditar que o verdadeiro valor de uma empresa farmacêutica se mede pela confiança que conquista junto dos profissionais de saúde e pelo impacto positivo na vida dos doentes”, remata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada na área da Otorrinolaringologia é descrita por Luísa Nóbrega como o resultado de “uma decisão estratégica muito ponderada”, ancorada numa ligação já existente: “Embora 2026 marque oficialmente o início desta nova área de negócio, a ligação da DÁVI à especialidade não é recente. O Oto-Synalar N, um medicamento bem conhecido dos otorrinolaringologistas portugueses, faz parte do nosso portefólio há vários anos e permitiu um envolvimento cada vez mais próximo a especialidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi precisamente a relevância e notoriedade deste produto junto dos especialistas que nos levou a olhar para a Otorrinolaringologia de uma forma mais estruturada”, explica Luísa Nóbrega, lembrando o mote de uma campanha desenvolvida em 2022 pela DÁVI, “Dê ouvidos à experiência”, que espelhava “a confiança que os profissionais depositam em soluções com provas dadas na prática clínica”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face às necessidades concretas detetadas, a <em>Marketing Manager</em> da DÁVI assegura que a farmacêutica não encara este passo “como um projeto de curto prazo”, mas sim como “um compromisso para o futuro”. “Esta evolução está perfeitamente alinhada com aquilo que sempre fomos enquanto empresa. Ao longo da nossa história procurámos estar presentes em áreas onde pudéssemos gerar valor para os profissionais de saúde e para os doentes. A entrada na Otorrinolaringologia representa precisamente essa continuidade de propósito”, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conquista do novo ecossistema médico será feita de forma gradual, uma vez que, lembra Luísa Nóbrega, “a confiança não se conquista de um dia para o outro”. O elo com a comunidade de Otorrinolaringologia deverá cimentar-se “através da presença, do saber ouvir e da capacidade de responder às necessidades dos profissionais”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luísa Nóbrega, a premissa é clara: “Pretendemos estar próximos dos médicos e profissionais de saúde, compreender os seus desafios e disponibilizar soluções terapêuticas relevantes, acompanhadas por informação científica rigorosa e apoio contínuo”. Ciente das exigências deste mercado, a DÁVI assume posicionar-se “com humildade, mas também com a experiência de quem sabe que as relações duradouras se constroem através da consistência e do compromisso”. “Queremos que os médicos otorrinolaringologistas sintam que têm na DÁVI um parceiro disponível, próximo e comprometido com a especialidade”, declara.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Otifix®: Resposta eficaz à infeção e inflamação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o início desta caminhada, a farmacêutica introduz no mercado o Otifix®, um medicamento sujeito a receita médica indicado para o tratamento da otite média aguda com tubos de timpanostomia (OMAT) e da otite externa aguda (OEA) em adultos, adolescentes e crianças. “O Otifix® representa a primeira solução concreta da DÁVI na Otorrinolaringologia e simboliza o início de um compromisso de longo prazo com esta especialidade”, adianta Luísa Nóbrega.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande argumento clínico deste lançamento assenta na combinação de ciprofloxacina e dexametasona, que atuam em simultâneo na infeção e na inflamação. “Nas patologias otológicas de origem infecciosa, a infeção e a inflamação coexistem frequentemente e contribuem em conjunto para a sintomatologia do doente”, pormenoriza. Do ponto de vista prático, “uma abordagem que atua simultaneamente sobre estes dois mecanismos permite tratar a causa infecciosa e, ao mesmo tempo, controlar a resposta inflamatória associada”, traduzindo-se numa “estratégia terapêutica alinhada com a fisiopatologia da doença e com os objetivos de controlo dos sintomas e recuperação do doente”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspeto crucial na escolha do Otifix® prende-se com o perfil de segurança. A administração tópica auricular garante uma ação local direta e uma “exposição sistémica muito reduzida”. Conforme elucida Luísa Nóbrega, “a prática clínica exige soluções eficazes, mas também adequadas aos diferentes perfis de doentes, incluindo a população pediátrica”, na qual o medicamento pode ser utilizado a partir dos 6 meses na OMAT e de 1 ano na OEA. “Naturalmente, a decisão terapêutica cabe sempre ao médico, mas a existência de opções com um perfil de eficácia e segurança bem estabelecido constitui um elemento importante na prática clínica diária”, complementa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fechar a entrevista, Luísa Nóbrega projeta o futuro da empresa na Otorrinolaringologia, antecipando que o novo medicamento “é apenas o início”. “Queremos ouvir, aprender e crescer juntamente com os médicos otorrinolaringologistas, contribuindo para a melhoria contínua dos cuidados prestados aos doentes. Entramos nesta especialidade com entusiasmo, mas sobretudo com sentido de responsabilidade”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte as informações essenciais compatíveis com o resumo das características do medicamento (IECRCM) de <a href="https://myotorrino.pt/wp-content/uploads/2026/06/IECRCM-otifix-V01_03-2026-v-ext.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Otifix®</a> e de <a href="https://myotorrino.pt/wp-content/uploads/2026/06/IECRCM-oto-synalar-n-V01_12-2020-v-ext.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oto-Synalar N</a> para saber mais sobre o perfil de cada um destes fármacos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DISE: Otimização terapêutica e precisão cirúrgica na SAOS</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/dise-otimizacao-terapeutica-e-precisao-cirurgica-na-saos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No 73.º Congresso Nacional da SPORL, a intervenção da especialista em Otorrinolaringologia do Hospital Lusíadas Lisboa, Margarida Bento, centrou-se sobretudo no papel da DISE (drug-induced sleep endoscopy) na avaliação e planeamento cirúrgico da roncopatia e síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), com enfoque na identificação dos locais de colapso da via aérea e na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No 73.º Congresso Nacional da SPORL, a intervenção da especialista em Otorrinolaringologia do Hospital Lusíadas Lisboa, <strong>Margarida Bento</strong>, centrou-se sobretudo no papel da DISE (<em>drug-induced sleep endoscopy</em>) na avaliação e planeamento cirúrgico da roncopatia e síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), com enfoque na identificação dos locais de colapso da via aérea e na personalização da abordagem cirúrgica. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DISE: uma ferramenta para cirurgias mais dirigidas e personalizadas na obstrução da via aérea" src="https://player.vimeo.com/video/1194329803?h=65701be886&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destacou a importância crescente da técnica, referindo que trata-se de um procedimento que ajuda a “identificar colapsos e situações de obstrução na via aérea”, o que permite “indicar cirurgias mais dirigidas ao local de obstrução”. Neste sentido, Margarida Bento reforçou que o objetivo não é apenas diagnosticar, mas otimizar decisões terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão, a otorrinolaringologista abordou também a aplicação da DISE em diferentes faixas etárias, referindo “tanto na criança como no adulto”, bem como “as diferenças entre os sistemas de classificação e algumas especificidades, como locais de obstrução”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista detalhou que o debate incluiu as principais áreas anatómicas envolvidas nas indicações cirúrgicas, nomeadamente: “A nível da base da língua, a nível nasal, não esquecendo, obviamente, a parte da faringe e epiglote”. Esta abordagem reforça a necessidade de uma avaliação global e segmentada da via aérea superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais da sua intervenção prendeu-se com a seleção ideal do tipo de cirurgia. Margarida Bento destacou que a DISE é fundamental “na identificação de doentes mais favoráveis para uma ou outra técnica cirúrgica”, com impacto direto na personalização do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Margarida Bento, a técnica é útil “para evitar cirurgias desnecessárias, mas também para dar uma segunda opção a doentes onde o CPAP realmente tem uma falha na sua aplicação”, situação que pode ocorrer “até 80% dos casos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto, a mensagem transmitida pela especialista é clara: a DISE surge como uma ferramenta decisiva na estratificação dos doentes com SAOS, permitindo melhorar a precisão da indicação cirúrgica e oferecendo alternativas terapêuticas em casos de falência do CPAP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento decorreu entre 15 e 17 de maio de 2026, no Porto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo internacional demonstra alta prevalência de enxaqueca entre doentes com perda auditiva neurossensorial súbita</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/estudo-internacional-demonstra-alta-prevalencia-de-enxaqueca-entre-doentes-com-perda-auditiva-neurossensorial-subita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no jornal Otolaryngology–Head and Neck Surgery sugere uma associação relevante entre a enxaqueca e a perda auditiva neurossensorial súbita, ao demonstrar uma prevalência de características migranosas significativamente elevada em doentes com esta condição otológica. A investigação incluiu 168 adultos com perda auditiva súbita, avaliados através de questionários estruturados e aplicação dos critérios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado no jornal <em>Otolaryngology–Head and Neck Surgery</em> sugere uma associação relevante entre a enxaqueca e a perda auditiva neurossensorial súbita, ao demonstrar uma prevalência de características migranosas significativamente elevada em doentes com esta condição otológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação incluiu 168 adultos com perda auditiva súbita, avaliados através de questionários estruturados e aplicação dos critérios da Classificação Internacional de Cefaleias (ICHD-3), tendo sido posteriormente realizada análise estatística por regressão logística univariada e multivariada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que 77 doentes, correspondendo a 46% da amostra, preenchiam todos os critérios diagnósticos de enxaqueca, um valor superior ao descrito na população geral. Além disso, cerca de 23% dos participantes apresentavam a maioria dos critérios para migrânea, ainda que sem diagnóstico completo, o que significa que quase sete em cada dez doentes com perda auditiva súbita evidenciavam um fenótipo fortemente compatível com enxaqueca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise multivariada identificou vários fatores independentemente associados à presença de enxaqueca neste grupo. Destacaram-se a sensação de plenitude auricular antes da instalação da perda auditiva (P &lt; 0,001), a lateralidade concordante entre cefaleia e perda auditiva (P &lt; 0,001), a hiperacusia (P = 0,006), a otalgia (P = 0,01) e a cinetose (P = 0,03). Um achado particularmente relevante foi o padrão de lateralização, uma vez que 89% dos doentes com enxaqueca e perda auditiva súbita apresentavam perda auditiva no mesmo lado da cefaleia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sugerem que estes resultados reforçam a hipótese de mecanismos fisiopatológicos comuns entre a enxaqueca e a perda auditiva neurossensorial súbita, possivelmente relacionados com alterações vasculares e processos neurogénicos partilhados. Assim, a identificação de características migranosas nestes doentes pode ter relevância clínica, não só para melhor caracterização fenotípica, mas também para otimização da abordagem terapêutica e eventual exploração de estratégias direcionadas a mecanismos comuns entre ambas as condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao artigo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41800661/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Consenso internacional publica recomendações sobre a avaliação vestibular em bebés</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/consenso-internacional-publica-recomendacoes-sobre-a-avaliacao-vestibular-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo consenso clínico internacional veio estabelecer orientações fundamentais para o rastreio da função vestibular em lactentes, um domínio até agora marcado pela ausência de protocolos padronizados. O trabalho, publicado na revista científica European Archives of Oto-Rhino-Laryngology, reúne especialistas de vários países e pretende uniformizar a avaliação precoce da função vestibular em bebés dos 0 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo consenso clínico internacional veio estabelecer orientações fundamentais para o rastreio da função vestibular em lactentes, um domínio até agora marcado pela ausência de protocolos padronizados. O trabalho, publicado na revista científica <em>European Archives of Oto-Rhino-Laryngology</em>, reúne especialistas de vários países e pretende uniformizar a avaliação precoce da função vestibular em bebés dos 0 aos 12 meses de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo central deste consenso é responder à falta de procedimentos clínicos consistentes para a triagem vestibular infantil, tendo em conta que a disfunção vestibular é frequente em crianças com perda auditiva neurossensorial e pode ter impacto significativo no desenvolvimento motor, cognitivo e postural nos primeiros anos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento resulta de um consenso Delphi com 28 especialistas internacionais em Otorrinolaringologia pediátrica e distúrbios vestibulares, provenientes de 26 instituições da Ásia e Europa. As recomendações foram construídas com base numa revisão alargada da literatura científica publicada entre 2000 e 2024 e passaram por três rondas de avaliação e discussão anónima até atingir níveis de concordância iguais ou superiores a 80%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais recomendações, o painel de especialistas definiu quatro áreas-chave: a ferramenta de rastreio a utilizar, as populações-alvo a priorizar, o momento ideal para a avaliação vestibular e a padronização do registo do potencial miogénico evocado vestibular cervical (cVEMP), considerado o método preferencial de avaliação nesta faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consenso recomenda a utilização do cVEMP como ferramenta central de rastreio, com especial enfoque em bebés com perda auditiva neurossensorial e outros fatores de risco, como infeções congénitas ou alterações do desenvolvimento. Defende ainda que a avaliação precoce é essencial para identificar disfunções que podem comprometer o desenvolvimento motor, como atrasos em marcos como o controlo cefálico, sentar ou gatinhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conclusão, os autores sublinham que a adoção generalizada destas recomendações poderá melhorar significativamente o diagnóstico e a intervenção precoces, contribuindo para melhores resultados no desenvolvimento infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41276659/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Algarve recebe Reunião do Núcleo Sul e a Reunião do Interno ORL</title>
		<link>https://myotorrino.pt/eventos/algarve-recebe-reuniao-do-nucleo-sul-e-a-reuniao-do-interno-orl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Tavira, no Algarve, acolhe nos dias 27 e 28 de novembro de 2026 um duplo evento de grande relevância para a comunidade médica nacional, juntando a Reunião do Núcleo Sul e a Reunião do Interno ORL. Promovido pela Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SPORL-CCP), este encontro pretende [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Tavira, no Algarve, acolhe nos dias 27 e 28 de novembro de 2026 um duplo evento de grande relevância para a comunidade médica nacional, juntando a Reunião do Núcleo Sul e a Reunião do Interno ORL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Promovido pela Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SPORL-CCP), este encontro pretende reunir jovens médicos em torno dos principais avanços, técnicas e desafios na área da Otorrinolaringologia e da Cirurgia de cabeça e pescoço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.facebook.com/sporlpt/posts/pfbid0cxcBLLY4dvkHSFP7fApXNbf1BfJnTcY1aPYRQQc1zRzYaeAGkUeqB6g9pnx88FwUl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Abordagem multidisciplinar: impacto na eficiência clínica e otimização de outcomes</title>
		<link>https://myotorrino.pt/entrevistas/abordagem-multidisciplinar-impacto-na-eficiencia-clinica-e-otimizacao-de-outcomes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A implementação de modelos de trabalho colaborativos tem transformado o prognóstico de doentes com rinossinusite crónica com polipose nasal. Luísa Azevedo, especialista em Otorrinolaringologia, partilha a experiência da ULS Região de Aveiro, onde através de uma consulta multidisciplinar não presencial, são otimizados recursos e personalizados os tratamentos, assegurando cuidados integrados que vão muito além dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A implementação de modelos de trabalho colaborativos tem transformado o prognóstico de doentes com rinossinusite crónica com polipose nasal. <strong>Luísa Azevedo</strong>, especialista em Otorrinolaringologia, partilha a experiência da ULS Região de Aveiro, onde através de uma consulta multidisciplinar não presencial, são otimizados recursos e personalizados os tratamentos, assegurando cuidados integrados que vão muito além dos sintomas localizados. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1194329804?h=cba46e25b0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Abordagem multidisciplinar: impacto na eficiência clínica e otimização de outcomes"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">A multidisciplinaridade deixou de ser uma opção para se tornar uma exigência na prática médica moderna. No caso da ULS Região de Aveiro, o modelo adotado assenta numa consulta não presencial que gera vantagens mútuas, promovendo a partilha de conhecimento entre especialistas e garantindo cuidados de excelência. De acordo com a médica, este formato traduz-se em &#8220;melhores resultados, melhores outcomes, maior eficiência clínica e isso só pode trazer vantagens na decisão certa, no momento certo para o doente certo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fazer face à complexidade da inflamação tipo 2, a equipa reúne médicos de Otorrinolaringologia, Imunoalergologia, Pneumologia e Reumatologia, contando ainda com uma integração recente e estratégica. &#8220;Nós incluímos recentemente o farmacêutico e consideramos que é uma grande mais valia&#8221;, explica a especialista, indicando que a presença deste profissional para além de enriquecer a discussão multidisciplinar, facilita o alinhamento com a Comissão de Farmácia e Terapêutica, ajudando a antecipar e a ultrapassar barreiras com a utilização, aprovação e monitorização das terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a evolução das terapêuticas biológicas, a personalização tornou-se a chave para o sucesso clínico, obrigando a olhar para a patologia respiratória de forma global e integrada. A especialista reforça a necessidade de estratificar cada caso e analisar a via respiratória inferior em detalhe para atingir os objetivos terapêuticos, concluindo: &#8220;Temos de ver o doente como um todo. Nós não podemos olhar só para a nossa área, que é a rinosinusite crónica com pólipos nasais, temos que ver todo o iceberg, não apenas a ponta&#8221;, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partilha da especialista decorreu do simpósio da Sanofi, que decorreu durante a 73.º Congresso Nacional da SPORL-CPP, no Porto.</p>
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		<title>Otimização clínica e desafios estruturais na rinossinusite crónica com polipose nasal: o modelo multidisciplinar da ULS São José</title>
		<link>https://myotorrino.pt/entrevistas/otimizacao-clinica-e-desafios-estruturais-na-rinossinusite-cronica-com-polipose-nasal-o-modelo-multidisciplinar-da-uls-sao-jose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A articulação precoce entre a Medicina Geral e Familiar e a Medicina diferenciada é o pilar fundamental para mitigar o subdiagnóstico da rinossinusite crónica com polipose nasal. Tiago Velada, especialista em Otorrinolaringologia, partilha a experiência da ULS São José e demonstra de que forma a implementação de circuitos integrados e de consultas multidisciplinares não só [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A articulação precoce entre a Medicina Geral e Familiar e a Medicina diferenciada é o pilar fundamental para mitigar o subdiagnóstico da rinossinusite crónica com polipose nasal. <strong>Tiago Velada</strong>, especialista em Otorrinolaringologia, partilha a experiência da ULS São José e demonstra de que forma a implementação de circuitos integrados e de consultas multidisciplinares não só qualifica o percurso assistencial, como garante uma resposta robusta à natureza sistémica e difusa da inflamação tipo 2. Assista à entrevista.<br></p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1194329185?h=bcfa5f827b&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Otimização clínica e desafios estruturais na rinossinusite crónica com polipose nasal: o modelo multidisciplinar da ULS São José"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">A eficácia do tratamento inicia-se na primeira linha de atendimento, sendo a capacitação dos cuidados de saúde primários crucial para evitar intervenções empíricas. Tiago Velada destaca que &#8220;uma sensibilização dos colegas da Medicina Geral e Familiar vai proporcionar um diagnóstico mais atempado, com menos tratamentos aleatórios e com menos tratamentos que não serão os mais adequados&#8221;. Com a subsequente referenciação direcionada para equipas hospitalares subespecializadas em Rinologia, o impacto na evolução clínica é imediato, permitindo que &#8220;o doente se sinta bem acompanhado&#8221; e garantindo que os doentes fiquem &#8220;muito mais controlados&#8221;, uma vez que a abordagem não visa apenas a patologia nasal isolada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso operacional deste modelo colaborativo reside no envolvimento de profissionais com interesse direcionado na área e competências técnicas partilhadas, evitando circuitos difusos nos serviços gerais. Contudo, a dispersão geográfica constitui o principal obstáculo à eficiência plena, visto que a ULS São José engloba seis hospitais de Lisboa e as especialidades envolvidas encontram-se em localizações distintas, o que exige um esforço acrescido de coordenação inter-hospitalar para assegurar a continuidade e a consistência dos cuidados prestados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para contornar estas barreiras logísticas e espelhar o sucesso de áreas com maior investimento estrutural, como a Oncologia, o especialista preconiza a centralização física dos recursos numa unidade dedicada. Tiago Velada conclui que &#8220;o futuro era criar um sítio, uma clínica, digamos assim, um ambiente único para o doente ser avaliado como um todo&#8221;, sublinhando que a superação definitiva dos entraves de mobilidade traria vantagens substanciais na qualidade de vida dos doentes e na consolidação da avaliação multidisciplinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partilha da especialista decorreu do simpósio da Sanofi, que decorreu durante a 73.º Congresso Nacional da SPORL-CPP, no Porto.</p>
<p>The post <a href="https://myotorrino.pt/entrevistas/otimizacao-clinica-e-desafios-estruturais-na-rinossinusite-cronica-com-polipose-nasal-o-modelo-multidisciplinar-da-uls-sao-jose/">Otimização clínica e desafios estruturais na rinossinusite crónica com polipose nasal: o modelo multidisciplinar da ULS São José</a> appeared first on <a href="https://myotorrino.pt">My Otorrino</a>.</p>
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