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	<title>cancro da cabeça e pescoço Archives - My Otorrino</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Otorrinolaringologia e Otoneurologia e outros profissionais de saúde.</description>
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	<title>cancro da cabeça e pescoço Archives - My Otorrino</title>
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		<title>10th European Congress on Head and Neck Oncology: “É um motivo de orgulho recebermos este evento em Portugal”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 09:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 10.ª edição do European Congress on Head and Neck Oncology, organizado pela European Head and Neck Cancer Society, decorre de 8 a 11 de março, em Lisboa. Pela primeira vez, Portugal recebe este congresso europeu, considerado “um motivo de orgulho” pela presidente desta edição, Dr.ª Ana Varges Gomes. “Acho que devemos demonstrar que somos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 10.ª edição do <em>European Congress on Head and Neck Oncology</em>, organizado pela <em>European Head and Neck Cancer Society</em>, decorre de 8 a 11 de março, em Lisboa. Pela primeira vez, Portugal recebe este congresso europeu, considerado “um motivo de orgulho” pela presidente desta edição, <strong>Dr.ª Ana Varges Gomes</strong>. “Acho que devemos demonstrar que somos uma boa escolha para fazer este tipo de eventos, para que, de futuro, nos possam escolher para este evento mais vezes.” Veja a entrevista.</p>
<p><span id="more-213300"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gKkp8KGWIK4" width="900" height="506" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>Este congresso caracteriza-se por ser multidisciplinar, com uma abordagem dedicada a diferentes áreas como a Cirurgia, a Oncologia, a Anatomia Patológica e a Radioterapia, bem como temas inovadores como a inteligência artificial. Os jovens têm também destaque, através de uma sessão “criada de jovens para jovens”.</p>
<p>Por fim, para incentivar à participação, a presidente partilha que “os portugueses têm um preço especial”, incentivando à inscrição. “É uma oportunidade única para participar num congresso europeu que vai decorrer no nosso país.”</p>
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		<title>10th European Congress on Head and Neck Oncology: “É um motivo de orgulho recebermos este evento em Portugal”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 09:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 10.ª edição do European Congress on Head and Neck Oncology, organizado pela European Head and Neck Cancer Society, decorre de 8 a 11 de março, em Lisboa. Pela primeira vez, Portugal recebe este congresso europeu, considerado “um motivo de orgulho” pela presidente desta edição, Dr.ª Ana Varges Gomes. “Acho que devemos demonstrar que somos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 10.ª edição do <em>European Congress on Head and Neck Oncology</em>, organizado pela <em>European Head and Neck Cancer Society</em>, decorre de 8 a 11 de março, em Lisboa. Pela primeira vez, Portugal recebe este congresso europeu, considerado “um motivo de orgulho” pela presidente desta edição, <strong>Dr.ª Ana Varges Gomes</strong>. “Acho que devemos demonstrar que somos uma boa escolha para fazer este tipo de eventos, para que, de futuro, nos possam escolher para este evento mais vezes.” Veja a entrevista.</p>
<p><span id="more-213308"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gKkp8KGWIK4" width="900" height="506" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>Este congresso caracteriza-se por ser multidisciplinar, com uma abordagem dedicada a diferentes áreas como a Cirurgia, a Oncologia, a Anatomia Patológica e a Radioterapia, bem como temas inovadores como a inteligência artificial. Os jovens têm também destaque, através de uma sessão “criada de jovens para jovens”.</p>
<p>Por fim, para incentivar à participação, a presidente partilha que “os portugueses têm um preço especial”, incentivando à inscrição. “É uma oportunidade única para participar num congresso europeu que vai decorrer no nosso país.”</p>
<p>The post <a href="https://myotorrino.pt/entrevistas/10th-european-congress-on-head-and-neck-oncology-e-um-motivo-de-orgulho-recebermos-este-evento-em-portugal-2/">10th European Congress on Head and Neck Oncology: “É um motivo de orgulho recebermos este evento em Portugal”</a> appeared first on <a href="https://myotorrino.pt">My Otorrino</a>.</p>
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		<title>É já amanhã o 11.º Simpósio Cancro da Cabeça e do Pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 10:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 11.º Simpósio Cancro da Cabeça e Pescoço, organizado pelo Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço, vai decorrer já este sábado, dia 25 de setembro. O evento terá início às 9h00 e contará com várias conferências, sessões e um painel de discussão. “Complicações agudas e complicações crónicas – a propósito de dois [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O 11.º Simpósio Cancro da Cabeça e Pescoço, organizado pelo Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço, vai decorrer já este sábado, dia 25 de setembro.</p>
<p><span id="more-212921"></span></p>
<p>O evento terá início às 9h00 e contará com várias conferências, sessões e um painel de discussão.</p>
<p>“Complicações agudas e complicações crónicas – a propósito de dois casos clínicos”, “Personalização do tratamento na doença R/M” e “PEG reativa versus PEG profilática”, são alguns dos temas que estarão no centro da discussão durante o simpósio.</p>
<p>Pode consultar o programa <a href="https://www.geccp.pt/11-o-simposio-cancro-da-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>9.ª Semana de Sensibilização para o Cancro da Cabeça e Pescoço: sobreviventes confirmam impacto negativo do diagnóstico nas suas vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 08:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 9.ª Semana de Sensibilização para o Cancro da Cabeça e Pescoço – Make Sense Campaign, uma iniciativa internacional, liderada em Portugal pelo Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço (GECCP), foi quantificado o impacto do diagnóstico e tratamento no bem-estar dos sobreviventes de 12 países, Portugal incluído. Por cá, 56% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito da 9.ª Semana de Sensibilização para o Cancro da Cabeça e Pescoço – Make Sense Campaign, uma iniciativa internacional, liderada em Portugal pelo Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço (GECCP), foi quantificado o impacto do diagnóstico e tratamento no bem-estar dos sobreviventes de 12 países, Portugal incluído. Por cá, 56% afirma que o diagnóstico teve um impacto fortemente negativo no seu bem-estar emocional pós-tratamento.</p>
<p><span id="more-212915"></span></p>
<p>Este impacto faz-se sentir também ao nível profissional e financeiro, de acordo com 41% dos portugueses que responderam. Quase sete em cada dez sobreviventes (68%) não têm acesso fácil a enfermeiros e assistentes sociais especializados para apoio ao seu bem-estar emocional no pós-tratamento, ainda que 96% o considerassem útil. Adicionalmente, de acordo com 56% dos inquiridos portugueses, a pandemia COVID-19 teve um impacto negativo na capacidade de aceder a serviços de apoio emocional pós-tratamento.</p>
<p>A nível global, o inquérito revela que os sobreviventes da Bélgica, Chipre, França, Grécia, Irlanda, Itália, Israel, Holanda, Polónia, Portugal, Turquia e Reino Unido sentiram medo de recorrências (51%), ansiedade (49%), depressão (28%), raiva (27%) e solidão (29%). E que os sintomas físicos foram relatados como tendo o maior impacto no bem-estar, com os inquiridos a referir que o seu diagnóstico impactou negativamente a fala (48%), a aparência física (43%), o comer/beber (41%) e os níveis de energia (40%).</p>
<p>Apesar da gravidade do cancro da cabeça e pescoço e da crescente prevalência na sociedade, há pouca sensibilização para a doença e, de acordo com os dados disponíveis, 60% das pessoas apresentam doença localmente avançada no momento do diagnóstico. Isto apesar de para quem tem um diagnóstico precoce a taxa de sobrevivência chegar aos 80 a 90%.</p>
<p>“É preciso sensibilizar a população e os profissionais de saúde para esta realidade, porque é um facto que a maioria dos casos de cancro da cabeça e pescoço ainda são diagnosticados em fase avançada. E é por isso que se realiza, todos os anos, a campanha Make Sense”, confirma a Dr.ª Ana Joaquim, médica e presidente do GECCP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Natick desenvolve teste de saliva para detetar cancro da cabeça e pescoço</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/natick-desenvolve-teste-de-saliva-para-detetar-cancro-da-cabeca-e-pescoco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 14:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um teste baseado de saliva desenvolvido pela Natick pode detetar o cancro da cabeça e pescoço, relacionado com o HPV, permitindo um diagnóstico precoce dos doentes. &#8220;Não há nenhum método de rastreio para este cancro neste momento. A maioria dos homens que o contraem notam um nódulo na garganta e vão ao médico. Mas nessa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um teste baseado de saliva desenvolvido pela Natick pode detetar o cancro da cabeça e pescoço, relacionado com o HPV, permitindo um diagnóstico precoce dos doentes.</p>
<p><span id="more-212907"></span></p>
<p>&#8220;Não há nenhum método de rastreio para este cancro neste momento. A maioria dos homens que o contraem notam um nódulo na garganta e vão ao médico. Mas nessa altura, o cancro pode estar bastante avançado&#8221;, afirmou a Dr.ª&nbsp;Charlotte Kuperwasser, chefe de operações clínicas da empresa de diagnósticos da Natick Naveris.</p>
<p>Este novo teste de saliva desenvolvido pela Natick possibilita detetar o cancro da cabeça e pescoço associado ao HPV com alta precisão, e pode oferecer uma forma menos invasiva ao doente de detetar o cancro precocemente.</p>
<p>&#8220;A saliva é na verdade uma fonte muito fácil, e não invasiva. Não é preciso um profissional médico para recolher, pode até ser feito em casa, por isso há muitas vantagens para usar a saliva&#8221;, acrescentou a Dr.ª Charlotte Kupperwasser.</p>
<p>O teste de saliva pode estar disponível dentro de 18 meses, mas permanece ainda em ensaios clínicos, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância de diagnosticar cedo o cancro da cabeça e pescoço</title>
		<link>https://myotorrino.pt/atualidade/a-importancia-de-diagnosticar-cedo-o-cancro-da-cabeca-e-pescoco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 10:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O cancro de cabeça e pescoço é o sétimo tumor maligno mais comum em todo o mundo, com 890 mil novos casos e cerca de meio milhão de mortes por ano&#8221;, explica o Prof. Doutor Raúl Duarte, coordenador de Cirurgia Maxilo-Facial no Hospital CUF Tejo. A região afetada em maior percentagem, mais de 40%, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="news-subheadline">&#8220;O cancro de cabeça e pescoço é o sétimo tumor maligno mais comum em todo o mundo, com 890 mil novos casos e cerca de meio milhão de mortes por ano&#8221;, explica o Prof. Doutor Raúl Duarte, coordenador de Cirurgia Maxilo-Facial no Hospital CUF Tejo.</p>
<p><span id="more-212891"></span></p>
<p>A região afetada em maior percentagem, mais de 40%, é a cavidade oral, seguindo-se a laringe, nasofaringe, metástases de outros tumores e as glândulas salivares.</p>
<p>Os tumores da pele da face, pescoço e couro cabeludo, juntamente com os tumores da tiroide, são também muito frequentes nesta região. Os tumores intracranianos não entram nesta área de classificação, estando destinados à especialidade de Neurocirurgia.</p>
<p>Afetando na sua maioria pessoas acima dos 40 anos, e duas a quatro vezes mais homens do que mulheres, a origem dos tumores da cabeça e pescoço têm como principais fatores de risco o consumo de tabaco e álcool, especialmente nocivos em conjunto.&nbsp;</p>
<p>No entanto, nos últimos anos tem-se assistido a um aumento preocupante de tumores da orofaringe relacionados com o Papilomavirus Humano (HPV), especialmente em pessoas mais jovens e sem os outros fatores de risco habituais.&nbsp;</p>
<p>Existem alguns sinais e sintomas que devem despertar a atenção e que, quando persistentes por mais de duas semanas, devem justificar uma observação por um médico especialista em cancro de cabeça e pescoço, como um cirurgião maxilofacial ou um otorrinolaringologista. Deve-se, assim, estar atento a qualquer alteração da coloração, volume, mancha ou úlcera da boca ou da língua que persista por mais de duas semanas; dor de garganta e/ou rouquidão persistente; tumefação &#8211; &#8220;caroço&#8221; &#8211; persistente no pescoço ou na face; alterações na pele da face ou do pescoço.</p>
<p>Quanto mais cedo for efetuado o diagnóstico, melhor será o resultado terapêutico .&nbsp;</p>
<p>Habitualmente o especialista, para além de uma observação cuidada e uma história clínica exaustiva socorre-se de várias técnicas de diagnóstico, como análises de sangue, métodos de imagem &#8211; como radiografias, TAC ou Ressonância Magnética, esta última especialmente importante para o estudo destas lesões. A biópsia da lesão determina o diagnóstico e é imprescindível para o adequado tratamento. Para além do cirurgião oncológico, o doente é avaliado e discutido em conjunto por um grupo multidisciplinar de vários médicos, especialistas em Oncologia Médica, Radiologia, e Radioncologia. Desta equipa fazem, igualmente, parte terapeutas da fala, psicólogos e nutricionistas, para o necessário apoio das suas valências. A decisão terapêutica personalizada a cada caso é finalmente instituída pelo grupo, podendo passar pela Cirurgia, Quimioterapia, Radioterapia ou uma combinação de todas. Contudo, a eficácia do tratamento está muito relacionada com um diagnóstico precoce, sendo esse um dos principais fatores determinantes do sucesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel da Imuno-Oncologia no tratamento do cancro da cabeça e pescoço</title>
		<link>https://myotorrino.pt/opiniao/o-papel-da-imuno-oncologia-no-tratamento-do-cancro-da-cabeca-e-pescoco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 09:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[ImunoOncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de cabeça e pescoço (mais frequentemente espinocelular) é o sexto tipo de tumor mais frequente no mundo e responsável por 1-2% de todas as causas de morte. As taxas de curas são melhores na doença localizada ou locorregional, contudo a sobrevivência aos 3 anos não ultrapassa os 40%. Existem diferentes prognósticos conforme a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O cancro de cabeça e pescoço (mais frequentemente espinocelular) é o sexto tipo de tumor mais frequente no mundo e responsável por 1-2% de todas as causas de morte. As taxas de curas são melhores na doença localizada ou locorregional, contudo a sobrevivência aos 3 anos não ultrapassa os 40%. Existem diferentes prognósticos conforme a localização, o tipo histológico e os fatores de risco associados, além, obviamente, do estadio ao diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas duas décadas, a mortalidade não se alterou significativamente, exceto para o cancro da orofaringe, associado a infeção pelo vírus do papiloma humano (HPV), que demonstrou melhor resposta ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 50% dos pacientes tratados em estadio III e IV (de um total de IV) mantêm doença persistente ou desenvolvem recidiva locorregional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dois terços dos casos, os pacientes irão apresentar recidiva locorregional ou metástases à distância nos primeiros dois anos após um tratamento prévio com intuito curativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quimioterapia é, frequentemente, a única hipótese de tratamento nestes doentes, para controlo da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2006, a adição de cetuximab (um inibidor do recetor de facto crescimento epidérmico, conhecido por EGFR) apresentou impacto na sobrevivência global, com um valor de 10.1 meses versus 7.4 meses da quimioterapia com platino isoladamente (P=0.036). E ainda com a vantagem de fazer uma &#8220;manutenção&#8221; no sentido de prolongar o intervalo sem nova linha de quimioterapia e, portanto, sem as toxicidades associadas. Contudo, este fármaco associa-se a rash, hipomagnesémia e reacções de hiperssensibilidade, que poderiam ser de grau 3/4 (de um total de 5).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quimioterapia com platino e 5-FU associada a cetuximab tornou-se o &#8220;standard of care&#8221; e permitiu a muitos pacientes viver mais de um ano em &#8220;manutenção&#8221; com cetuximab, os chamados &#8220;longos sobreviventes&#8221;. Mas a adição do cetuximab à quimioterapia representa apenas um aumento de 2.5 meses na sobrevivência global e 2.3 meses na sobrevivência livre de progressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a imuno-oncologia começou a ser desenvolvida com bons resultados no melanoma metastizado e no adenocarcinoma do pulmão metastizado, neoplasias tradicionalmente de mau prognóstico, foi grande a expectativa, quanto à possibilidade de melhorar a sobrevivência dos doentes com carcinoma espinocelular da cabeça e pescoço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nivolumab e o pembrolizumab mostraram benefício em termos de sobrevivência global em segunda linha paliativa nestes tumores. Em Portugal, o nivolumab é mais frequentemente utilizado nos doentes platino refratários, que progridem em quimioterapia com platino ou até 6 meses após o último ciclo de platino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, dado que o prognóstico destes paciente é ainda muito mau, foram desenvolvidos, à semelhança de outros tumores, vários ensaios clínicos com inibidores do&nbsp;<em>checkpoint</em>&nbsp;imunitário em primeira linha paliativa e até em contexto neo-adjuvante a adjuvante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Junho 2019, na reunião da sociedade americana de oncologia (ASCO) foram apresentados os resultados do ensaio clínico Keynote-048 (fase 3, randomizado), que comparou o esquema standard de quimioterapia com cetuximab com pembrolizumab em monoterapia e pembrolizumab associado a quimioterapia demonstrando benefício em termos de sobrevivência global na população geral, mas mais expressivo no subgrupo positivo para o biomarcador PD-L1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expressão deste biomarcador foi determinado pela técnica designada de CPS &#8211;&nbsp;<em>combined positive score</em>. Para os pacientes com CPS maior ou igual a 20, tratados com pembrolizumab e quimioterapia, a sobrevivência global foi 14.7 meses (versus 11 meses) e nos pacientes com CPS maior ou igual a um foi de 13.6 meses (versus 10.4 meses), com diferenças estatisticamente significativas e maior duração da resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo em monoterapia, o pembrolizumab registou uma melhor sobrevivência global neste subgrupo de pacientes, com um perfil de segurança excelente (54.7% eventos adversos grau 3/4, face aos 83.3% da quimioterapia com cetuximab e 85.1% da quimioterapia com pembrolizumab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes resultados conduziram à aprovação do pembrolizumab em primeira linha paliativa nos Estados Unidos da América, na Europa e no Japão. E ficou, portanto, definido um novo&nbsp;<em>standard of care</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O algoritmo de tratamento paliativo está ainda em aberto. Por um lado, há centros onde já não se utilizava o tradicional esquema de quimioterapia EXTREME (cisplatina, 5-FU, cetuximab), tendo o cetuximab sido progressivamente associado a outros esquemas de quimioterapia, como carboplatino + paclitaxel ou cisplatina + docetaxel, com base em séries retrospetivas ou ensaios clínicos não randomizados e sem comparação direta com o EXTREME.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, há alguns clínicos que defendem a utilização de inibidor do&nbsp;<em>check-point</em>&nbsp;imune apenas na segunda linha e, particularmente, na doença platino-refratária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo keynote-048 teve uma atualização de dados na ASCO 2020, tendo sido revelados os tratamentos de segunda linha dos doentes incluídos no ensaio. Os doentes tratados com pembrolizumab em primeira linha apresentaram melhor sobrevivência livre de progressão em segunda linha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes dados contribuem para a definição do algoritmo, dado que demonstram que a ordem dos tratamentos não é indiferente e o benefício do pembrolizumab em primeira linha exerce um &#8220;efeito de contágio&#8221; para a segunda linha, sempre com resultados mais expressivos na população PD-L1 positiva (por CPS) e na associação com quimioterapia. A principal vantagem da monoterapia é a possibilidade de fazer um tratamento eficaz com menor toxicidade, particularmente em doentes pouco sintomáticos e com menor volume de doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cuidados e as contraindicações do nivolumab e do pembrolizumab são as clássicas deste grupo de fármacos e bastante mais simples de manejar do que as da quimioterapia neste subgrupo de doentes, que tem habitualmente a via oral comprometida e várias comorbilidades associadas ao álcool e ao tabaco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para concluir, apesar de ser um ensaio clínico muito positivo e animador, o melhor resultado do keynote-048 são os 14.7 meses de sobrevivência global da associação de pembrolizumab e quimioterapia em primeira linha, na população PD-L1 positiva com CPS maior ou igual a 20. Apesar da melhoria de 3.7 meses face ao EXTREME e apesar de permitir superar a mítica barreira de um ano de sobrevivência, penso que qualquer um de nós, se confrontado com esta doença, achará ainda muito pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 8pt;">Prof.ª Doutora Cláudia Vieira</span><br><span style="font-size: 8pt;">Oncologia Médica</span><br><span style="font-size: 8pt;">Instituto Português de Oncologia do Porto</span></p>
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		<title>Highlights da ASCO na área do cancro da cabeça e pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 10:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ASCO]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das sessões especiais inseridas no programa dos Encontros da Primavera foi dedicada aos&#160;Highlights&#160;do Congresso da&#160;American Society of Clinical Oncology&#160;(ASCO), que decorreu igualmente numa versão virtual no final do mês de maio. Coube à&#160;Dr.ª Ana Joaquim&#160;apresentar as principais novidades no campo do cancro da cabeça e pescoço, resumidas em vídeo ao My Otorrino. Assista às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das sessões especiais inseridas no programa dos Encontros da Primavera foi dedicada aos&nbsp;<em>Highlights</em>&nbsp;do Congresso da<em>&nbsp;American Society of Clinical Oncology</em>&nbsp;(ASCO), que decorreu igualmente numa versão virtual no final do mês de maio. Coube à&nbsp;<strong>Dr.ª Ana Joaquim</strong>&nbsp;apresentar as principais novidades no campo do cancro da cabeça e pescoço, resumidas em vídeo ao My Otorrino. Assista às declarações da médica oncologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.</p>
<p><span id="more-212587"></span></p>
<p>“Não foi como no ano passado em tivemos dois grandes ensaios clínicos que geraram muita discussão”, começa por dizer a Dr.ª Ana Joaquim, salientando que, “de qualquer forma, foram apresentados trabalhos muito importantes”.</p>
<p>A apresentação da médica oncologista do CHVNG/E foi dividida em duas partes: contexto localizado e contexto metastizado. Para o contexto localizado, a Dr.ª Ana Joaquim destaca três trabalhos que considerou serem importantes para discussão. O primeiro deles foi relativo “à pesquisa do gânglio sentinela nos doentes com cancro da cavidade oral e da orofaringe em doentes com estádios localizados”. De acordo com a médica, “foi um trabalho de não-inferioridade em que foi feita a pesquisa do gânglio sentinela&nbsp;<em>versus&nbsp;</em>o esvaziamento ganglionar cervical e foi avaliada a taxa de recorrência loco-regional aos dois anos”.</p>
<p>Depois de mencionar os resultados de eficácia deste primeiro estudo, a Dr.ª Ana Joaquim realça ainda a “menor necessidade de reabilitação nestes doentes derivada da utilização desta técnica”, entre outros dados positivos, citando igualmente uma das críticas a este trabalho.</p>
<p>“Também do ponto de vista de doença localizada, e cirúrgico e de radioterapia, foi apresentado um trabalho muito interessante de resseção transoral do carcinoma da orofaringe p16 positivo, com quatro braços de doentes”, afirma, aprofundando mais sobre este estudo, em termos de desenho e resultados.</p>
<p>Ainda no contexto da doença localizada, a Dr.ª Ana Joaquim indica um trabalho que, para a Oncologia médica, pode fazer pensar em “se faz sentido mudar já a prática, ou não”. “Foi um trabalho sobre o esquema da radioterapia pós-operatória cisplatina semanal ou trissemanal”, esclarece, referindo que este estudo “incluiu muitos doentes”. Depois de explicar o desenho deste ensaio clínico, a médica refere que se “verificou que o esquema semanal foi não-inferior e parece até ter sido superior”, o que levou a fosse considerado “practice changing”. Ainda assim, alguns aspetos deste estudo levantaram muitas questões que têm de ser faladas entre pares e que a especialista “gostava de ver esclarecidas”.</p>
<p><strong>E no contexto metastizado?</strong></p>
<p>Relativamente a esta parte da sua apresentação, a Dr.ª Ana Joaquim selecionou, em primeiro lugar, dois trabalhos importantes que são relativos a estudos publicados no ano passado, o KEYNOTE-048 e o TPX.</p>
<p>“No KEYNOTE-048 são cerca de 50% dos doentes que fazem linhas posteriores à primeira linha; no TPX são 60%. De qualquer maneira, estes dados dão-nos a noção que nós já tínhamos da maior importância da 1.ª linha, uma vez que há muitos doentes que não chegam a uma 2.ª linha”, declara.</p>
<p>A Dr.ª Ana Joaquim continua o seu depoimento, enunciando e explicando os resultados de ambos os estudos.</p>
<p>Antes de terminar, a médica oncologista menciona ainda outro estudo, no qual foram comparar, “em contexto paliativo, primeira ou mais linhas, doentes que fazem cisplatina trissemanal em monoterapia, comparativamente a doentes que fazem quimioterapia oral metronómica, com metotrexato oral (como agente antiangiogénico) e celecoxib, inibidor da COX-2, (como agente antiproliferativo)”.</p>
<p>“Não tem aplicação na nossa prática clínica, pelo menos em 1.ª linha”, afirma, acrescentando que, “no entanto, faz pensar que, se calhar, existem alternativas para a doença mais avançada, após várias linhas terapêuticas”.</p>
<p>Para concluir, a Dr.ª Ana Joaquim declara ainda que “houve outros trabalhos de fases mais precoces, houve vários trabalhos de combinações de imunoterapia com quimioterapia, com inibidores da tirosina cinase, tanto nos carcinomas epidermoides, como no carcinoma da tiroide”, em diferentes contextos.</p>
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		<title>Registado aumento de casos de cancro da cabeça e pescoço associados à infeção por HPV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 10:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prof. Doutor Rui Henrique, presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, revela que se tem verificado um aumento considerável nos casos de cancro da cabeça e pescoço associados à infeção por vírus papiloma humano (HPV), defendendo uma aposta maior na prevenção e diagnóstico precoce. No âmbito do Dia Mundial de Cancro da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Prof. Doutor Rui Henrique, presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, revela que se tem verificado um aumento considerável nos casos de cancro da cabeça e pescoço associados à infeção por vírus papiloma humano (HPV), defendendo uma aposta maior na prevenção e diagnóstico precoce.</p>
<p><span id="more-212365"></span></p>
<p>No âmbito do Dia Mundial de Cancro da Cabeça e Pescoço, assinalado no passado dia 27 de julho, o Prof. Doutor Rui Henrique apontou que, em Portugal, os fatores de risco predominantes são o tabagismo e o alcoolismo, porém em sociedades que nós consideramos mais avançadas, por exemplo o Reino Unido, já estamos numa proporção de 50/50. O médico sublinha que, em Portugal, os valores os valores rondam os 20/30 contra 70/80 dos fatores de risco clássicos.</p>
<p>Perante os dados supracitados, o especialista defende a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da cabeça e pescoço, nomeadamente no que diz respeito à sensibilização da população a estar atenta e não desvalorizar os sintomas.</p>
<p>O presidente do IPO Porto considera que os profissionais da área da Saúde oral têm uma responsabilidade fundamental, porque a deteção de pequenas lesões que muitas vezes são assintomáticas depende muito da observação e referenciação rápida para uma instituição em que possam ser diagnosticados.</p>
<p>Em Portugal, de acordo com os últimos dados, apresentados no ano de 2018, a incidência de carcinoma da cabeça e pescoço foi de 43 novos casos por 100 mil habitantes na população masculina, por ano, e de 7 novos casos por 100 mil habitantes na população feminina, com taxas de mortalidade de 20/100 mil e 3/100 mil, respetivamente.</p>
<p>Consulte a notícia completa <a href="https://tvi24.iol.pt/sociedade/31-07-2019/patologista-alerta-para-aumento-de-casos-de-cancro-da-cabeca-e-pescoco-por-hpv-c-audio" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: TVI24</span></p>
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		<title>Pembrolizumab em monoterapia atinge endpoint primário e melhora OS enquanto terapêutica de primeira linha em doentes com cancro da cabeça e pescoço com PD-L1 (CPS≥20)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 11:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da cabeça e pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo de fase III KEYNOTE-048 que avalia pembrolizumab em monoterapia no tratamento em primeira linha do cancro da cabeça e pescoço recorrente ou metastático (R/M HNSCC) atingiu o endpoint primário de sobrevivência global (OS) em doentes cujos tumores expressaram PD-L1 com uma marcação combinada positiva (CPS) ≥20. O anúncio foi feito pela MSD. Com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo de fase III KEYNOTE-048 que avalia pembrolizumab em monoterapia no tratamento em primeira linha do cancro da cabeça e pescoço recorrente ou metastático (R/M HNSCC) atingiu o endpoint primário de sobrevivência global (OS) em doentes cujos tumores expressaram PD-L1 com uma marcação combinada positiva (CPS) ≥20. O anúncio foi feito pela MSD.</p>
<p><span id="more-212131"></span></p>
<p>Com base numa análise interina conduzida pelo Comité de Monitorização de Dados (DMC), a monoterapia com pembrolizumab nestes doentes resultou numa OS significativamente superior em comparação com cetuximab em combinação com quimioterapia com platina (cisplatina ou carboplatina) mais 5-fluorouracil (5-FU), o padrão atual de tratamento de primeira linha para o cancro da cabeça e pescoço.</p>
<p>No momento da análise interina, o endpoint primário duplo de sobrevivência livre de progressão (PFS) para doentes cujos tumores expressaram PD-L1 (CPS≥20) não havia sido atingido. O perfil de segurança de pembrolizumab neste ensaio foi consistente com o observado em estudos anteriores envolvendo doentes com cancro da cabeça e pescoço. Os resultados vão ser apresentados numa próxima reunião médica e submetidos às autoridades regulamentares em todo o mundo.</p>
<p>Com base na recomendação do DMC, o estudo continuará sem alterações para avaliar o tratamento com pembrolizumab em monoterapia e pembrolizumab em combinação com quimioterapia contendo platina (cisplatina ou carboplatina) mais 5-FU.</p>
<p>&#8220;Esta análise interina do estudo KEYNOTE-048 mostrou que pembrolizumab em monoterapia tem o potencial de ajudar doentes com cancro da cabeça e pescoço cujos tumores expressam altos níveis de PD-L1&#8221;, afirma o Dr. Roy Baynes, vice-presidente sénior, diretor médico e chefe do desenvolvimento clínico global no <em>MSD Research Laboratories</em>.</p>
<p>“Estamos ansiosos para apresentar estes resultados do estudo KEYNOTE-048 numa reunião médica e agradecemos aos investigadores e doentes o seu envolvimento contínuo neste importante estudo”, acrescenta o especialista.</p>
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